As pálpebras frias pesam sobre os olhos,
cortina de um espetáculo
nunca encenado.
Cílios longos laçam o destino,
controlam os passos,
brincam com a vida – marionete frágil.
O reflexo febril pinta a máscara mais bela
e cheia da angústia – artista do palco
da existência.
O brilho é apenas um sorriso,
incrustado na triste menina dos olhos,
íris fosca e tosca.
Olhos cerrados em veludo,
pisam com maciez os caminhos da morte,
labirinto torto e sem retorno
do ato previsível – O FIM.
Laísa C.
6 Outras confissões...:
Adorei como sempre né?
Os seus escritos são ótimos!
E esse também é lindo!
Super Beijo*
http://luahmelo.blogspot.com
oi adorei teu blog!! Parabéns!!!
Que postagem linda Laisa como todas as outras claro. Mas posso dizer que essa me tocou em especial, passou um filme por minha cabeça enquanto lia com lembranças muito marcantes em minha vida. Adoro a forma como você usa as palavras, elas ficam quase musicais e transmitem paz.
Queria agradecer os comentários que você deixou no meu blog, e pedir desculpas por não ter respondido antes, é que estou muito sobrecarregada na faculdade e acabei até adoecendo por isso, então resolvi me afastar um pouco dessa blogsfera. Mas mesmo silenciosa, tenho continuado a passar por aqui sempre.
Bjs!
Tá muito bom, Laisa!
Olha só, você escreve bem, tem um talento incrível e uma criatividade. É por isso que Lagoena vai ser livro. rsrs
grande abraço!
@Pedro_Almada
http://inspirados-oandarilhodotempo.blogspot.com/
Mto lindo, Laísa...
No meu blog tem um super sorteio de natal: http://palavrasaventureiras.blogspot.com/2011/11/sorteio-de-natal.html
passa lá...
Bjs =***
Fiquei encantada com o blog e com essa poesia.
Já é meu favorito.
Beijos doces.
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